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Letras Orientais e Eslavas - UFRJ
Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ
Depto LEO/FL/UFRJ - Facebook
CLAC (Cursos de Línguas Abertos à Comunidade)/FL/UFRJ
Setor de Estudos Árabes (FL/UFRJ)
Setor de Língua e Literatura Hebraicas (FL/UFRJ)
USP: Graduação em Letras Orientais e Eslavas
USP: Programas de Pós-Graduação (Orientais e Eslavas)
quinta-feira, 31 de maio de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
VII Encontro de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ
VII
Encontro de Letras Orientais e Eslavas
da
Faculdade de Letras da UFRJ
A
internacionalização dos estudos orientais e eslavos:
revisão e
projeções
22 a 25
de outubro de 2012
Data: 22 a 25 de outubro de 2012
Local: Faculdade de Letras/UFRJ
Avenida Horácio Macedo,
2151
Cidade Universitária,
Ilha do Fundão – Rio de Janeiro, RJ – CEP: 21941-917
Telefones: (21) 2598-9792 e 2598-9726 (tel/fax).
O Departamento de LetrasOrientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ procura por intermédio
da realização do VII Encontro de Letras
Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ: A internacionalização dos
estudos orientais e eslavos: revisão e projeções dar visibilidade às
atividades de ensino e pesquisa dos seus docentes e alunos.
VII Encontro de Letras
Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ: A internacionalização dos
estudos orientais e eslavos: revisão e projeções busca ser um fórum de debate e reflexão, sob o ponto de vista das
Ciências Humanas, das questões que envolvem os múltiplos aspectos, desafios,
dilemas e, porque não, contradições, dos contatos culturais, sociais, políticos
e econômicos que se deram no passado e que se dão no presente entre Oriente e
Ocidente. Serão organizadas conferências, palestras, mesas de debates e de
comunicações coordenadas, com professores, alunos (graduação e pós-graduação) e
convidados.
Palavras-chave: Línguas orientais e eslavas - Literaturas orientais e eslavas - Culturas
orientais e eslavas - Estudos Comparados - Estudos Orientais e Eslavos
dialogando com a História e Ciências Humanas - História Comparada – Economia
Internacional – Relações Internacionais - Interdisciplinaridade.
Área principal da solicitação:
Línguas, Literaturas e Culturas Orientais e Eslavas.
Especialidades
- Língua, literatura e cultura árabes
- Língua hebraica e idiomas judaicos, literatura hebraica (e judaica), cultura judaica, estudos judaicos, estudos bíblicos
- Língua, literatura e cultura japonesas
- Língua, literatura e cultura russas (e eslavas)
- Língua, literatura e cultura chinesas
Tema Principal: A internacionalização dos estudos orientais e eslavos: revisão e projeções
Temas correlatos: As transformações históricas, sociais, culturais, religiosas e outras e
o reflexo das mesmas nas áreas das línguas, literaturas e culturas orientais e
eslavas.
As comunicações versarão sobre temas
de livre escolha de seus autores, com a ressalva de que deverão estar
vinculados ao contexto dos estudos da temática de Letras, Literaturas e
Culturas Orientais e Eslavas. Este critério será observado como condição
necessária para a aceitação do trabalho pela Comissão Organizadora e
Científica.
Principais eixos
temáticos
Também serão aceitos trabalhos sobre línguas, literaturas e culturas
orientais e eslavas que, todavia, fujam dos eixos temáticos principais ou que
se atenham apenas a um aspecto dos temas propostos.
Língua
- Evoluções, transformações e variação linguísticas nas Línguas Orientais e Eslavas;
- A revolução causada pelas teorias linguísticas no ensino das Línguas Orientais e Eslavas;
- A importância das línguas nos movimentos nacionalistas no mundo oriental e eslavo;
- As transformações nas línguas orientais e eslavas causadas pelo contato com as línguas ocidentais;
- A importância das línguas como instrumento de mudanças sociais e culturais no mundo oriental e eslavo.
Literatura
- As transformações na linguagem literária nas literaturas orientais e eslavas;
- O papel da literatura nas revoluções políticas, sociais e culturais no mundo oriental e eslavo;
- O papel da literatura em movimentos nacionalistas no mundo oriental e eslavo;
- As transformações formais e temáticas nas literaturas orientais e eslavas causadas pela influência das literaturas ocidentais.
Cultura
- As transformações culturais no mundo oriental e eslavo;
- As transformações e revoluções institucionais no mundo oriental e eslavo causadas pela influência ocidental;
- A cultura nacional como elemento de transformações no mundo oriental e eslavo.
Inscrições
Inscrições de ouvintes: de 02/05 até 31/08/2012.
Local: Departamento de Letras Orientais e Eslavas, com a
secretária do Departamento (de segunda à sexta, das 10:00 às 14:00h), ou por
email orientaiseeslavas@letras.ufrj.br,
através do formulário de inscrição de participante (ouvinte), solicite um por email.
Inscrições de trabalhos: de 02/05 até 31/08/2012.
Local: Departamento de Letras Orientais e Eslavas, com a
secretária do Departamento (de segunda à sexta, das 10:00 às 14:00h), ou por
e-mail orientaiseeslavas@letras.ufrj.br,
através do formulário de inscrição de comunicações, solicite um por email.
Comunicação: Os interessados em apresentar comunicação deverão enviar para o email orientaiseeslavas@letras.ufrj.br até o dia 31 de agosto de 2012, um
resumo do trabalho a ser apresentado com o título respectivo e até seis
palavras-chave, mais os dados pessoais (nome, instituição, titulação, curso,
orientador no caso de graduação e pós-graduação, endereço, telefones e email).
O resumo deverá ter mínimo de uma lauda, máximo de três laudas, digitado
em folha tamanho A4; espaço 1,5; margens 3 cm; fonte Times New Roman tamanho 12. No resumo,
as questões centrais do trabalho deverão ser apresentadas (objeto, questão de
pesquisa, objetivos, conceitos centrais, hipótese, etc).
Importante: Cada pessoa poderá inscrever
apenas uma proposta de trabalho (em caráter individual).
Os imigrantes judeus na literatura brasileira (Profa. Nancy Rosenchan/USP)
Jornal Alef (16/03/2012): Os imigrantes judeus na literatura brasileira
(Profa. Nancy Rosenchan/USP): Não fosse a literatura que os
registrou e oficializou, termos como "gringuinho", "russo",
e sabe-se lá quantos outros qualificativos atribuídos aos imigrantes judeus
chegados ao Brasil no século passado provavelmente teriam caído no olvido. O
"russo", que podia ser romeno ou polonês, era o judeu que vendia a
prestação; o "gringuinho", aquele que falou mal a língua do país, era
reconhecido pelos trajes estranhos, talvez um boné, as mangas compridas,
arredio, que não conseguia reconhecer o seu espaço, aquele que tentou viver
aqui enquanto ainda se agarrava ao lá distante e insidioso.
"Gringuinho", personagem de conto com o mesmo nome do livro “Contos
do Imigrante”, de Samuel Rawet (José Olympio, 1956), é hoje parte do universo
cultural brasileiro. Considerado um dos 100 contos brasileiros mais importantes
do século passado, foi e continua sendo analisado e estudado em escolas e universidades
do país e também de fora. Matheus Nachtergaele reviveu em 2003 as dores e
desencontros do imigrante judeu com a realidade na série “Contos da
meia-noite”, produzida pela TV Cultura. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
- Imigrantes Judeus / Escritores Brasileiros
- O personagem judeu na literatura brasileira
- Olhares imigrantes: literatura judaica no Brasil
- Representações do Judeu na Cultura Brasileira
- Representações do judeu na cultura brasileira: imaginário e história
- Judeus Escritos no Brasil: Samuel Rawet, Moacyr Scliar e Cíntia Moscovich
- De uma Literatura de Imigração a uma Literatura Migratória: Breve Análise da Obra de Moacyr Scliar
- O Judaísmo Encalacrado: mística e religião em A Hora da Estrela, de Clarice Lispector
- Ética e literatura na obra de Samuel Rawet
- Samuel Rawet: profeta da alteridade
- Representações cristãs do povo judeu em 'As minas de prata', de José de Alencar
- O imigrante judeu na obra de Érico Veríssimo e seu papel na formação da sociedade brasileira
- Dois olhares sobre a Shoah na literatura brasileira: uma leitura dos contos “O Retrato”, de Jacó Guinsburg, e “Na minha cabeça suja, o Holocausto”, de Moacyr Scliar
- Um retrato da Shoah no romance HITLER MANDA LEMBRANÇAS, de Roberto Drummond
- Olhares brasileiros judaicos: a presença do judaísmo na arte brasileira contemporânea
- Eduardo Kac: uma poética da criação
- Origens judaicas do povo brasileiro (Rachel Mizrahi) – Parte 1
- Origens Judaicas do povo brasileiro (Rachel Mizrahi) – Parte 2
- Origens Judaicas do povo brasileiro (Rachel Mizrahi) – Parte 3
- Judaísmo(s) brasileiro(s): uma incursão antropológica (online)
- Judaísmo(s) brasileiro(s): uma incursão antropológica (PDF)
- Clarice Lispector - Moacyr Scliar - Samuel Rawet
- Brasil Judaico - Brasil Marrano - História e Cultura Judaica - História Judaica
6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos (USP)
Agência FAPESP (23/04/2012): 6º Simpósio Nacional de Estudos Judaicos: O Centro de Estudos Judaicos (CEJ) da Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) realizará, nos dias
19 a 21 de junho de 2012, o 6º Simpósio Nacional
de Estudos Judaicos.
O objetivo do encontro é dar visibilidade às atividades de pesquisa dos
pós-graduandos, propiciando a troca de experiências de pesquisa entre
mestrandos e doutorandos e de áreas afins, para que possam discutir diversas
abordagens teóricas e metodológicas concernentes à língua hebraica, à cultura e
à literatura judaicas.
Os pesquisadores participantes terão a oportunidade de apresentar, em
mesas temáticas, o estado atual de seus trabalhos para outros estudantes,
orientadores e professores convidados.
O simpósio será realizado no prédio de Ciências Sociais da FFLCH/USP,
localizado na Av. Prof. Luciano Gualberto, nº 315, na Cidade Universitária, em
São Paulo (SP).
Mais informações e
inscrições: www.cej.fflch.usp.br/visimposiojudaica2012.
Prazo máximo para envio de ficha de inscrição e
resumo da apresentação: 30/04/2012.
domingo, 22 de abril de 2012
A torre de Babel do Itamaraty: Diplomata agora tem de saber árabe, russo ou chinês
Estadão (21/04/2012): A
torre de Babel do Itamaraty: Diplomata agora tem de saber árabe, russo ou
chinês: Os atuais calouros do Instituto Rio Branco são a
primeira turma obrigada a aprender idiomas não-ocidentais. Além de estudar
inglês, francês e espanhol – conhecimento avaliado já no concurso –, os jovens
diplomatas devem ter duas aulas de duas horas por semana de um destes idiomas:
árabe, chinês ou russo. A maior turma é a de chinês, com 16 alunos; a menor é a
de russo, com 5. “Precisamos de pessoal com domínio desses idiomas”,
diz o diretor adjunto do Rio Branco, Sérgio Barreiros. “A China, por exemplo, é
um desafio. Todos querem compreender melhor a sociedade chinesa e a língua é
muito difícil.” O concurso não avalia a capacidade de expressão oral. É por isso
que o aprendizado dos idiomas cobrados na prova continua no Rio Branco. As
turmas são divididas em níveis, porque se alguns sabem só o suficiente para
passar no concurso, outros têm mestrado no exterior. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
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